Este Blog é um instrumento para registro de atividades da disciplina "Teorias da Justiça", ministrada pelo Prof. Flamarion Caldeira Ramos para os alunos do BC&H da UFABC, matriculados no período noturno durante o segundo quadrimestre de 2012. "A justiça é a primeira virtude das instituições sociais, como a verdade o é dos sistemas de pensamento" (John Rawls)
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Reconciliação por meio do uso público da razão – Habermas x Rawls
Caros alunos,
As aulas desta semana serão dedicadas à polêmica entre Habermas e Rawls que teve lugar após a publicação do livro O Liberalismo Político de John Rawls.
O texto de Habermas que se chama "Reconciliação através do uso público da razão: observações sobre o liberalismo político político de John Rawls" foi publicado no livro A inclusão do Outro (São Paulo: Loyola, 2002). A "Resposta a Habermas" de Rawls foi publicada na nova edição de O Liberalismo político publicada ano passado pela editora Martins Fontes.
Os dois textos foram publicados na revista Educação e Sociedade (n. 57, 1996) da Unicamp.
Uma excelente reconstrução do debate pode ser encontrada em:
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/doispontos/article/view/14663/9843
Um outro comentário importante pode ser visto em:
http://www.pgfil.uerj.br/publi/LuizBernardo2010/1998.pdf
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Rawls e o renascimento da teoria política da justiça
Na próxima quinta-feira começaremos a abordar a teoria da justiça de J. Rawls.
As passagens essenciais do livro, segundo o próprio autor, são as seguintes:
CAPÍTULO I – Idéias intuitivas fundamentais da teoria da justiça: PARÁGRAFOS 1 – 4; CAPÍTULO II – Dois princípios de justiça para instituições: PARÁGRAFOS 11 – 17; CAPÍTULO III – Inteiro; CAPÍTULO IV – A Liberdade igual: PARÁGRAFOS 33 – 35; O Significado da prioridade da Liberdade e a interpretação Kantiana: PARÁGRAFOS 39 – 40.
Como apoio, recomendo também a leitura dos seguintes textos:
1) Capítulo 6 do livro de M. Sandel, Justiça: o que é fazer a coisa certa? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011, pp. 175-205;
2) O capítulo 3 do livro de Will Kymlicka, Filosofia Política Contemporânea, São Paulo: Martins Fontes, 2006, pp. 63-118;
3) Capítulo 10 do Manual de Filosofia Política.
As passagens essenciais do livro, segundo o próprio autor, são as seguintes:
CAPÍTULO I – Idéias intuitivas fundamentais da teoria da justiça: PARÁGRAFOS 1 – 4; CAPÍTULO II – Dois princípios de justiça para instituições: PARÁGRAFOS 11 – 17; CAPÍTULO III – Inteiro; CAPÍTULO IV – A Liberdade igual: PARÁGRAFOS 33 – 35; O Significado da prioridade da Liberdade e a interpretação Kantiana: PARÁGRAFOS 39 – 40.
Como apoio, recomendo também a leitura dos seguintes textos:
1) Capítulo 6 do livro de M. Sandel, Justiça: o que é fazer a coisa certa? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011, pp. 175-205;
2) O capítulo 3 do livro de Will Kymlicka, Filosofia Política Contemporânea, São Paulo: Martins Fontes, 2006, pp. 63-118;
3) Capítulo 10 do Manual de Filosofia Política.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Kelsen e o positivismo jurídico
Caros alunos,
Farei nesta terça uma apresentação bem geral do positivismo jurídico de Hans Kelsen.
Farei nesta terça uma apresentação bem geral do positivismo jurídico de Hans Kelsen.
Recomendo a leitura do prefácio do livro Teoria geral do direito e do Estado. São Paulo: Martins Fontes, 2005, pp. XXVII - XXXIV.
Discutirei especialmente a seguinte tese:
"Não há nenhuma possibilidade de decidir racionalmente entre valores opostos. É precisamente desta situação que emerge um trágico conflito: o conflito entre o princípio fundamental da ciência, a Verdade, e o ideal supremo da política, a Justiça" (Hans KELSEN, Teoria geral do direito e do Estado. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. XXXII).
As demais referências para essa aula são as seguintes:
KELSEN, H. O problema da justiça. São Paulo, Martins Fontes, 1998.
KELSEN, H. O que é justiça? São Paulo, Martins Fontes, 2001.
KELSEN, H. Teoria pura do direito. São Paulo, Martins Fontes, 2006.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Comunismo e Justiça em Marx
Para este que foi o tema da aula de ontem eu recomendo dois textos:
1) O capítulo 5 do livro de Will Kymlicka, Filosofia Política Contemporânea, São Paulo: Martins Fontes, 2006, pp. 203-252.
2) Sétimo capítulo do Manual de Filosofia Política.
Além disso, para quem tem interesse em aprofundar o assunto, recomendo a leitura do capítulo sobre Marx com uma seleção de seus textos no segundo volume dos Clássicos da Política:
WEFFORT, Francisco Corrêa (org.). Os clássicos da política (vol. 2). São Paulo: Ática, 1989. Disponível em:
http://www.cedec.org.br/files_pdf/Osclassicosdapoliticavol2.pdf
1) O capítulo 5 do livro de Will Kymlicka, Filosofia Política Contemporânea, São Paulo: Martins Fontes, 2006, pp. 203-252.
2) Sétimo capítulo do Manual de Filosofia Política.
Além disso, para quem tem interesse em aprofundar o assunto, recomendo a leitura do capítulo sobre Marx com uma seleção de seus textos no segundo volume dos Clássicos da Política:
WEFFORT, Francisco Corrêa (org.). Os clássicos da política (vol. 2). São Paulo: Ática, 1989. Disponível em:
http://www.cedec.org.br/files_pdf/Osclassicosdapoliticavol2.pdf
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Seminários
Os seminários serão os seguintes:
- 16/10 - A justiça como equidade em Rawls
- 18/10 - A justiça e os direitos em Dworkin
- 25/10 - Amartya Sen e a realização da justiça
- 30/10 - O libertarianismo de Nozick
- 01/11 - Multiculturalismo e comunitarismo em Walzer
- 06/11 - Virtude e tradição em MacIntyre
- 08/11 - Sandel e os limites do liberalismo
- 13/11 - Taylor e a crítica ao atomismo
1. A justiça como equidade em Rawls
http://www.scielo.br/pdf/ln/n25/a03n25.pdf
2. A justiça e os direitos em Dworkin
Dworkin,
Ronald. Levando os Direitos a Sério. São
Paulo: Martins Fontes, 2002, Cap. 6: “A justiça e os direitos”, pp. 235-282.
3. Amartya Sen e a realização da justiça
SEN, Amartya. A
idéia de Justiça. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, pp. 82-104.
4. O libertarianismo de Nozick
NOZICK, Robert. Anarquia,
Estado e Utopia. São Paulo: Jorge Zahar Editores, 1991, Cap. 3.
5. Multiculturalismo e comunitarismo em Walzer
WALZER, Michael. Esferas
da Justiça. Uma Defesa do Pluralismo e da Igualdade. São Paulo, Martins
Fontes, 2003, Caps. 3 e 13.
6. Virtude e tradição em MacIntyre
MACINTYRE, Alasdair. Depois
da Virtude. Florianópolis: EDUSC, 2001, Cap. 17: "A justiça como uma
virtude: concepções em mudança", pp. 409-427.
7. Sandel e os limites do liberalismo
SANDEL, Michael. Justiça: O que é fazer a coisa certa. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2011, Cap. 10: “A justiça e o bem comum”, pp. 303-332.
8. Taylor e a crítica ao atomismo
TAYLOR, Charles (2000). “Propósitos entrelaçados: o debate
liberal-comunitário”. In: Taylor, Charles. Argumentos
filosóficos. São Paulo: Loyola, p.197-220.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
O utilitarismo e a maximização do bem-estar
Para a aula de hoje sobre o utilitarismo recomendo a leitura dos seguintes textos:
1) O capítulo 2 do livro de Will Kymlicka, Filosofia Política Contemporânea, São Paulo: Martins Fontes, 2006, pp. 11-62.
2) Capítulo 2 do livro de M. Sandel, Justiça: o que é fazer a coisa certa? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011, pp. 43-74.
As principais obras de J. Bentham, criador da filosofia utilitarista, podem ser acessadas no seguinte link:
http://oll.libertyfund.org/index.php?option=com_staticxt&staticfile=show.php%3Ftitle=2009&Itemid=99999999
1) O capítulo 2 do livro de Will Kymlicka, Filosofia Política Contemporânea, São Paulo: Martins Fontes, 2006, pp. 11-62.
2) Capítulo 2 do livro de M. Sandel, Justiça: o que é fazer a coisa certa? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011, pp. 43-74.
As principais obras de J. Bentham, criador da filosofia utilitarista, podem ser acessadas no seguinte link:
http://oll.libertyfund.org/index.php?option=com_staticxt&staticfile=show.php%3Ftitle=2009&Itemid=99999999
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Kant e a fundamentação racional da ética e do direito
Caros alunos,
Na aula da última quinta-feira começamos a discutir a proposta kantiana de oferecer uma definição precisa sobre a justiça. Para isso reconstruí parte de sua argumentação na obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes, especialmente a primeira seção. Para quem tem interesse em aprofundar-se no assunto, recomendo a leitura desse livro. Há várias edições dessa obra em português. Recomendo as traduções de Paulo Quintela da coleção "Os pensadores" e a de Guido Antônio de Almeida, recentemente publicada pela editora Barcarolla (São Paulo, 2009).
Eu recomendei como leitura introdutória o quinto capítulo do livro de M. Sandel (Justiça) e o sexto capítulo do Manual de Filosofia Política.
Na aula desta terça, continuaremos a falar da teoria de Kant, comparando-a com o utilitarismo.
Na aula da última quinta-feira começamos a discutir a proposta kantiana de oferecer uma definição precisa sobre a justiça. Para isso reconstruí parte de sua argumentação na obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes, especialmente a primeira seção. Para quem tem interesse em aprofundar-se no assunto, recomendo a leitura desse livro. Há várias edições dessa obra em português. Recomendo as traduções de Paulo Quintela da coleção "Os pensadores" e a de Guido Antônio de Almeida, recentemente publicada pela editora Barcarolla (São Paulo, 2009).
Eu recomendei como leitura introdutória o quinto capítulo do livro de M. Sandel (Justiça) e o sexto capítulo do Manual de Filosofia Política.
Na aula desta terça, continuaremos a falar da teoria de Kant, comparando-a com o utilitarismo.
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